domingo, 22 de outubro de 2017

Economia e Sistema Tributário

O Brasil é conhecido nacionalmente e internacionalmente como um país de elevada carga tributária e desigualdade social. Os cidadãos e as empresas pagam elevados tributos com uma contrapartida não eficaz para os pagadores, além disso o sistema tributário complexo onera os procedimentos para que sejam realizados os pagamentos desses tributos. Muito bem.
Na última semana o governo de Donald Trump lançou um grande corte de impostos (Supply Side) a empresas e pessoas físicas. Segundo Steven Mnuchin, secretário do Tesouro, este é um momento histórico para a economia americana, pois considera ser este o maior reforma tributária já realizada.
Preciso lembrar que o "pai" da Supply Side norte-americana foi Ronald Reagan que realizou, em 1981, a redução de 25% em todos os impostos. Era entendido que os impostos altos desestimulavam o emprego, os investimentos e o crescimento. Resultado: os cortes de impostos de Ronald aumentaram as receitas de impostos de 500 bilhões para 1 trilhão de dólares no final dos anos 80.
Será que Donald conseguirá a mesma façanha econômica ? O cenário favorece positivamente pra que sim. E se SIM.....então ele terá feito a diferença num cenário mundial no qual a economia precisa tanto de crescimento e estabilidade.
"Um sistema tributário justo não é aquele que tira dos ricos e dá para os pobres. É aquele que exige que todos jogam pelas mesmas regras"   Ronald Reagan
No Brasil......repare bem.....o entendimento é mais complexo....pois temos uma legislação tributária burocrática, complexa e que exige uma estrutura "cara" para que as empresas mantenham suas posições legais em dia e demanda dos cidadãos procedimentos igualmente dispendiosos. Agravante: as contrapartidas esperadas pelo pagamento dos elevados tributos não chegam com eficiência e eficácia nas contas dos cidadãos e empresas brasileiras elevando o chamado 'CUSTO BRASIL".
O Brasil demanda uma reforma tributária e administra URGENTE que tenha como objetivo simplificar o sistema e incentivar o desenvolvimento.

É isso....




Supply Side - é a teoria econômica que defende que a redução de impostos se converte em aumento de investimentos.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

E-commerce firme

O comércio virtual vem se consolidando cada vez mais firme no Brasil. Segundo dados da webshoppers, o crescimento das vendas pela internet cresceu 7,4% em 2016 com relação a 2015. Os consumidores apontam os seguintes fatores como benefícios no e-commerce:
(exemplo: www.magazinevoce.com.br/magazinec10/)

i) Facilidade para efetivar a compra;
ii) Comodidade, pode efetivar de qualquer lugar, em qualquer horário;
iii) Economia de tempo;
iv) Segurança, não precisa sair de casa ou do trabalho; e,
v) Pode acompanhar o desenvolvimento do processo da compra pelo computador ou smartphone. Verificando os estágios de entrega dos produtos.


O perfil dos consumidores e-commerce demonstra que em sua maioria são pessoas com maior nível de escolaridade e renda mais elevada.

Quanto aos itens mais comprados pela internet, temos pesquisas que apontam os aparelhos eletrônicos, livros e eletrodomésticos (geladeira, fogão e tvs).

"Quando perguntados sobre quais foram os itens mais comprados em 2014, os entrevistados citam: eletrônicos (61%), livros (47%), calçados (44%), roupas (42%) e eletrodomésticos (36%). A pesquisa também detectou os produtos que ainda enfrentam certa resistência do consumidor virtual. Dentre os itens que os internautas jamais comprariam pela internet estão:seguros (25%), artigos para animais de estimação (19%), calçados (17%), roupas (16%) e comida entregue em casa (15%)."(Fonte:http://www.clientesa.com.br/estatisticas/57038/compra-na-internet-queridinha-do-brasileiro/ler.aspx)
 Pesquisas apontam também que 93% dos consumidores estão satisfeitos com as compras realizadas pelo e-commerce.
Boas compras !!!