O Brasil é conhecido nacionalmente e internacionalmente como um país de elevada carga tributária e desigualdade social. Os cidadãos e as empresas pagam elevados tributos com uma contrapartida não eficaz para os pagadores, além disso o sistema tributário complexo onera os procedimentos para que sejam realizados os pagamentos desses tributos. Muito bem.
Na última semana o governo de Donald Trump lançou um grande corte de impostos (Supply Side) a empresas e pessoas físicas. Segundo Steven Mnuchin, secretário do Tesouro, este é um momento histórico para a economia americana, pois considera ser este o maior reforma tributária já realizada.
Preciso lembrar que o "pai" da Supply Side norte-americana foi Ronald Reagan que realizou, em 1981, a redução de 25% em todos os impostos. Era entendido que os impostos altos desestimulavam o emprego, os investimentos e o crescimento. Resultado: os cortes de impostos de Ronald aumentaram as receitas de impostos de 500 bilhões para 1 trilhão de dólares no final dos anos 80.
Será que Donald conseguirá a mesma façanha econômica ? O cenário favorece positivamente pra que sim. E se SIM.....então ele terá feito a diferença num cenário mundial no qual a economia precisa tanto de crescimento e estabilidade.
"Um sistema tributário justo não é aquele que tira dos ricos e dá para os pobres. É aquele que exige que todos jogam pelas mesmas regras" Ronald Reagan
No Brasil......repare bem.....o entendimento é mais complexo....pois temos uma legislação tributária burocrática, complexa e que exige uma estrutura "cara" para que as empresas mantenham suas posições legais em dia e demanda dos cidadãos procedimentos igualmente dispendiosos. Agravante: as contrapartidas esperadas pelo pagamento dos elevados tributos não chegam com eficiência e eficácia nas contas dos cidadãos e empresas brasileiras elevando o chamado 'CUSTO BRASIL".
O Brasil demanda uma reforma tributária e administra URGENTE que tenha como objetivo simplificar o sistema e incentivar o desenvolvimento.
É isso....
Supply Side - é a teoria econômica que defende que a redução de impostos se converte em aumento de investimentos.
Economia, Avaliação e Projetos
domingo, 22 de outubro de 2017
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
E-commerce firme
O comércio virtual vem se consolidando cada vez mais firme no Brasil.
Segundo dados da webshoppers, o crescimento das vendas pela internet
cresceu 7,4% em 2016 com relação a 2015. Os consumidores apontam os
seguintes fatores como benefícios no e-commerce:
(exemplo: www.magazinevoce.com.br/magazinec10/)
i) Facilidade para efetivar a compra;
ii) Comodidade, pode efetivar de qualquer lugar, em qualquer horário;
iii) Economia de tempo;
iv) Segurança, não precisa sair de casa ou do trabalho; e,
v) Pode acompanhar o desenvolvimento do processo da compra pelo computador ou smartphone. Verificando os estágios de entrega dos produtos.
O perfil dos consumidores e-commerce demonstra que em sua maioria são pessoas com maior nível de escolaridade e renda mais elevada.
Quanto aos itens mais comprados pela internet, temos pesquisas que apontam os aparelhos eletrônicos, livros e eletrodomésticos (geladeira, fogão e tvs).
(exemplo: www.magazinevoce.com.br/magazinec10/)
i) Facilidade para efetivar a compra;
ii) Comodidade, pode efetivar de qualquer lugar, em qualquer horário;
iii) Economia de tempo;
iv) Segurança, não precisa sair de casa ou do trabalho; e,
v) Pode acompanhar o desenvolvimento do processo da compra pelo computador ou smartphone. Verificando os estágios de entrega dos produtos.
O perfil dos consumidores e-commerce demonstra que em sua maioria são pessoas com maior nível de escolaridade e renda mais elevada.
Quanto aos itens mais comprados pela internet, temos pesquisas que apontam os aparelhos eletrônicos, livros e eletrodomésticos (geladeira, fogão e tvs).
"Quando perguntados sobre quais foram os
itens mais comprados em
2014, os entrevistados citam: eletrônicos (61%), livros (47%), calçados
(44%), roupas (42%) e eletrodomésticos (36%). A pesquisa também detectou
os produtos que ainda enfrentam certa resistência do consumidor
virtual. Dentre os itens que os internautas jamais comprariam pela
internet estão:seguros (25%), artigos para animais de estimação (19%),
calçados (17%), roupas (16%) e comida entregue em casa
(15%)."(Fonte:http://www.clientesa.com.br/estatisticas/57038/compra-na-internet-queridinha-do-brasileiro/ler.aspx)
Pesquisas apontam também que 93% dos consumidores estão satisfeitos com as compras realizadas pelo e-commerce.
Boas compras !!!
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